Chega sem pressa... pede um café...


Acho auto definições sempre muito chatas. A verdade é que de nada vai adiantar falar sobre mim. Posso escrever mil linhas a meu respeito, mas você vai fazer como todo mundo faz; Julgar pelo que vê. ~*º
Mostrando postagens com marcador Rani Ghazzaoui. Mostrar todas as postagens
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Eu descobri de verdade, que a vida feita de "se" não era a vida que ia me deixar feliz. Descobri que muitas pesoas chegam, mas que a maioria delas vai embora e não ha muito o que se fazer a não ser dizer adeus.
Descobri que não há bem maior do que o amor, principalmente o próprio. Descobri que ninguém, nunca, vai ser altruísta ao ponto de deixar de ser feliz para que você seja feliz, e que ser feliz é muito relativo; portanto, as pessoas que mostram ser felizes demais e o tempo todo são, na verdade, as mais tristes de todas.

Aos vinte (e nove) a madrugada já perdeu um pouco a graça e começou a dar uma vontadezinha besta de aproveitar mais o dia. Aos vinte (e nove) a criança foi embora e veio chegando um sentimento meio tia. Aos vinte (e nove) se festa, se estuda, se trabalha -  tudo isso sem tanta disposição e inocência, mas com muito mais glamour. Eu que fui uma criança prodígio em muitos aspectos fico muito feliz sabendo que cheguei aos vinte (e nove) sendo, em muitos momentos, uma adulta bem infantil.

A vida passa cheia de coisas na nossa frente e a gente cresce achando que a felicidade é um plano longínquo e futurista, quando na verdade a graça toda da história é a felicidade ser fugaz.

E eu cheguei aos vinte (e nove) assim, toda cheia de tristeza quando me coube sofrer, mas transbordando de alegria quando o negócio é ser feliz."



Mas tudo isso é medo de te perder…
Acho que eu digo tantas bobagens porque sei mesmo que no final de tudo a gente não vai se perder. As minhas palavras são ásperas porque as minha emoções oscilam, mas é tudo só medo de te perder por algum motivo dessa vida e acabar tendo que me esconder nas minhas mentiras de novo pra, de novo, tentar encarar o sol sem ter você. É por isso que eu sempre seguro sua mão com força, é por isso que meu abraço às vezes te sufoca e que meu coração grita tão alto que te envergonha. A verdade é que eu tinha muitas teorias de liberdade e independência, mas é verdade também que eu, antes de tudo isso, nunca tinha entendido o que era mesmo o amor nessa vida.
“Não sou, nunca fui e não quero ser santa. Me recuso, entretanto, a fazer parte do mal, independente do que mal seja. Vou continuar falando palavrão, me apaixonando e enchendo a casa de corações de papel...”
Eu descobri de verdade, que a vida feita de "se" não era a vida que ia me deixar feliz. Descobri que muitas pessoas chegam, mas que a maioria delas vai embora e não ha muito o que se fazer a não ser dizer adeus. Descobri que não há bem maior do que o amor, principalmente o próprio. Descobri que ninguém, nunca, vai ser altruísta ao ponto de deixar de ser feliz para que você seja feliz, e que ser feliz é muito relativo; portanto, as pessoas que mostram ser felizes demais e o tempo todo são, na verdade, as mais tristes de todas.

Aos vinte (e nove) a madrugada já perdeu um pouco a graça e começou a dar uma vontadezinha besta de aproveitar mais o dia. Aos vinte (e nove) a criança foi embora e veio chegando um sentimento meio tia. Aos vinte (e nove) se festa, se estuda, se trabalha -  tudo isso sem tanta disposição e inocência, mas com muito mais glamour. Eu que fui uma criança prodígio em muitos aspectos fico muito feliz sabendo que cheguei aos vinte (e nove) sendo, em muitos momentos, uma adulta bem infantil.

A vida passa cheia de coisas na nossa frente e a gente cresce achando que a felicidade é um plano longínquo e futurista, quando na verdade a graça toda da história é a felicidade ser fugaz.

E eu cheguei aos vinte (e nove) assim, toda cheia de tristeza quando me coube sofrer, mas transbordando de alegria quando o negócio é ser feliz."


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