Eu descobri de verdade, que a vida feita de "se" não era a vida que ia me deixar feliz. Descobri que muitas pesoas chegam, mas que a maioria delas vai embora e não ha muito o que se fazer a não ser dizer adeus.
Descobri que não há bem maior do que o amor, principalmente o próprio. Descobri que ninguém, nunca, vai ser altruísta ao ponto de deixar de ser feliz para que você seja feliz, e que ser feliz é muito relativo; portanto, as pessoas que mostram ser felizes demais e o tempo todo são, na verdade, as mais tristes de todas.
Descobri que não há bem maior do que o amor, principalmente o próprio. Descobri que ninguém, nunca, vai ser altruísta ao ponto de deixar de ser feliz para que você seja feliz, e que ser feliz é muito relativo; portanto, as pessoas que mostram ser felizes demais e o tempo todo são, na verdade, as mais tristes de todas.
Aos vinte (e nove) a madrugada já perdeu um pouco a graça e começou a dar uma vontadezinha besta de aproveitar mais o dia. Aos vinte (e nove) a criança foi embora e veio chegando um sentimento meio tia. Aos vinte (e nove) se festa, se estuda, se trabalha - tudo isso sem tanta disposição e inocência, mas com muito mais glamour. Eu que fui uma criança prodígio em muitos aspectos fico muito feliz sabendo que cheguei aos vinte (e nove) sendo, em muitos momentos, uma adulta bem infantil.
A vida passa cheia de coisas na nossa frente e a gente cresce achando que a felicidade é um plano longínquo e futurista, quando na verdade a graça toda da história é a felicidade ser fugaz.
E eu cheguei aos vinte (e nove) assim, toda cheia de tristeza quando me coube sofrer, mas transbordando de alegria quando o negócio é ser feliz."

